Prova de contacto #2: Pato com laranja
Associado ao desenho de observação feito com as laranjas, foi-nos pedido para realizarmos o mesmo, em grupos, mas com um pato morto, depenado, e se possível, completamente inteiro.
O meu grupo juntou-se na casa de um dos membros. Com o pato numa travessa e no centro da mesa, foi iniciado o processo de observação. Sentia-se no ar o
cheiro a carne crua e a talho, cheirava a morte. Viam-se
as caras de nojo das minhas colegas e, mesmo não me conseguindo ver a mim própria, acredito que no meu rosto também transpareciam os mesmos sentimentos de repulsa. O seu aspecto gelatinoso, escorregadio, rugoso, complementava o cheiro, provocando ainda mais náuseas. Nesse momento, apenas me ocorria que preferia desenhar laranjas mil vezes mais do que aquilo que se encontrava à minha frente.
Depois do segundo desenho, o odor do pato já se tinha atenuado e o seu aspecto já não me incomodava. Agora, este era apenas um objecto por desenhar, nada mais. Para enriquecer a figura, decidimos acrescentar laranjas, para se relacionar ainda mais com o tópico.
Após os cinco desenhos realizados, arrumaram-se os materiais. Aquela tarde passada a desenhar um pato morto ficará sem dúvida marcada como uma experiência única.
Depois do segundo desenho, o odor do pato já se tinha atenuado e o seu aspecto já não me incomodava. Agora, este era apenas um objecto por desenhar, nada mais. Para enriquecer a figura, decidimos acrescentar laranjas, para se relacionar ainda mais com o tópico.
Após os cinco desenhos realizados, arrumaram-se os materiais. Aquela tarde passada a desenhar um pato morto ficará sem dúvida marcada como uma experiência única.



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